A filmagem de testemunho em uma igreja serviu como meio de prova para viabilizar a penhora de bens em uma execução trabalhista. O conteúdo do vídeo foi o suficiente para apontar o reclamado como proprietário de diversos bens declarados em nome de seu irmão. Com base nas provas, o acórdão da 5ª Turma do #TRT2 afirmou que ficou demonstrada a comunhão de interesses comerciais entre os dois irmãos, com amplos poderes para gerir e administrar os negócios e o patrimônio. Leia detalhes no nosso site: http://bit.ly/2POAz44.
Fonte: Facebok TRT 2º Região.
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